A ferida que a tua partida abriu no meu peito teima em não sarar por mais tempo que passe.
Não te vou dizer que a dor está presente a cada segundo da minha vida apenas para ser dramática, pois seria mentira. Porque eu ainda consigo esquecer-te por algumas horas, ainda consigo sorrir genuinamente, pode não ser por muito, mas eu consigo tirar está dor de dentro de mim por momentos.
As vezes chego a achar que me quero magoar a mim própria, pois faço sempre as coisas mesmo sabendo que é o pior para mim! Fui pela primeira vez desde que partiste até ao pé da tua casa, sabia que ia sofrer, mas precisava de voltar a fazer aquele caminho, relembrar cada vez que me abriste aquela porta. Não foi necessário muito tempo para as lágrimas percorrerem o meu rosto, assim que comecei a ver a tua casa, uma tempestade criou-se nos meus olhos. Encostei-me a tua porta, fechei os olhos e desejei com todas as minha forças que ela se abrisse perante mim e que de lá saísses tu, mas desiludi-me ao abrir os olhos e ver que nada tinha acontecido, que já nada era como antes, eu poderia ir ali as vezes que quisesse, bater naquela porta com toda a força que tu já não irias sair de lá de dentro para me puxares para ti e me beijares.
Comecei a sentir a cabeça pesada, o ar estava sólido, tornou-se irrespirável, cheguei até a pensar que já não me conseguiria ter forças para sair dali. Como se a dor de saber que não te encontras ali não fosse mau o suficiente ainda teve de passar uma senhora por mim que proferiu nada mais nada menos do que "Já não vive aí ninguém! Foram-se embora!" Senti o mundo desabar em cima de mim, sai dali a correr com uma criança assustada, perdida dos pais. Minutos que fizeram aumentar esta nostalgia que se faz sentir todas as noites.
Não te vou dizer que a dor está presente a cada segundo da minha vida apenas para ser dramática, pois seria mentira. Porque eu ainda consigo esquecer-te por algumas horas, ainda consigo sorrir genuinamente, pode não ser por muito, mas eu consigo tirar está dor de dentro de mim por momentos.
As vezes chego a achar que me quero magoar a mim própria, pois faço sempre as coisas mesmo sabendo que é o pior para mim! Fui pela primeira vez desde que partiste até ao pé da tua casa, sabia que ia sofrer, mas precisava de voltar a fazer aquele caminho, relembrar cada vez que me abriste aquela porta. Não foi necessário muito tempo para as lágrimas percorrerem o meu rosto, assim que comecei a ver a tua casa, uma tempestade criou-se nos meus olhos. Encostei-me a tua porta, fechei os olhos e desejei com todas as minha forças que ela se abrisse perante mim e que de lá saísses tu, mas desiludi-me ao abrir os olhos e ver que nada tinha acontecido, que já nada era como antes, eu poderia ir ali as vezes que quisesse, bater naquela porta com toda a força que tu já não irias sair de lá de dentro para me puxares para ti e me beijares.
Comecei a sentir a cabeça pesada, o ar estava sólido, tornou-se irrespirável, cheguei até a pensar que já não me conseguiria ter forças para sair dali. Como se a dor de saber que não te encontras ali não fosse mau o suficiente ainda teve de passar uma senhora por mim que proferiu nada mais nada menos do que "Já não vive aí ninguém! Foram-se embora!" Senti o mundo desabar em cima de mim, sai dali a correr com uma criança assustada, perdida dos pais. Minutos que fizeram aumentar esta nostalgia que se faz sentir todas as noites.

1 comentário:
Gostei tanto de ler este texto minha linda . Escreves tãoo bem =D parabens e força para ultrapassar esta espécie de etapa da tua vida <3
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