Vagueio pelo passado, desejo que ele seja presente e idealizo o futuro. Nem o passado volta a ser presente, nem o futuro será o que idealizei, mas não importa, ao menos sorrio por breves minutos que sejam.
Oiço a tua voz no meu coração, como sei cada tom de cor. Imagino se pensas em mim, se tens vontade de falar comigo, se sentes a minha falta, esclarece-me as dúvidas por favor, porque a duvida consome-me.
Diz-me toda a verdade e mata-me de vez, mas não me deixes morrer lentamente por não ter uma palavra.
Cheguei mesmo a achar que tu não existes, mas sim que foi a minha mente que te criou e idealizou um projéctil tão perfeito. O meu coração profere o teu nome enquanto tento adormecer. Perco o sono para dar lugar a uma enorme nostalgia e dor. Nessas noites nem as cordas da guitarra se fazem ouvir para me fazer companhia, nem a almofada me consola. e nem mesmo a escrita me liberta, aliás traz ainda mais dor, faz-me recordar aquilo que anseio por esquecer.
Cheguei mesmo a achar que tu não existes, mas sim que foi a minha mente que te criou e idealizou um projéctil tão perfeito. O meu coração profere o teu nome enquanto tento adormecer. Perco o sono para dar lugar a uma enorme nostalgia e dor. Nessas noites nem as cordas da guitarra se fazem ouvir para me fazer companhia, nem a almofada me consola. e nem mesmo a escrita me liberta, aliás traz ainda mais dor, faz-me recordar aquilo que anseio por esquecer.

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