"A vida é dura demais para sermos sensíveis. Com as quedas que o destino nos faz dar tornamos-nos frios e duros", palavras ditas por ti e jamais encaixadas na minha cabeça!
Acumulam-se gritos e gritos em volta destas paredes, queixas das minhas atitudes, acusações infundáveis, o passado que me atiras a cara em todas as discussões.
Não sou quem tu pensas, mas o que te custas mesmo é eu não ser quem tu queres. Lamento se não sou a filha que tu idealizas-te. Nunca fui boa o suficiente para ti. As minhas atitudes, a minha maneira de pensar e de viver desiludem-te.
Acumulam-se gritos e gritos em volta destas paredes, queixas das minhas atitudes, acusações infundáveis, o passado que me atiras a cara em todas as discussões.
Não sou quem tu pensas, mas o que te custas mesmo é eu não ser quem tu queres. Lamento se não sou a filha que tu idealizas-te. Nunca fui boa o suficiente para ti. As minhas atitudes, a minha maneira de pensar e de viver desiludem-te.
Falas dos teus erros e dos de mais, mas tu nunca compreendeste que eu não sou igual a ninguém, sou eu apenas. Sim cometo erros, mas e daí? Deixa-me cometer, eu eide-me levantar. Eu só vou aprender a cometer erros e não a ver os dos outros.
A muito tempo de que cheguei a conclusão de que não me conheces, não inteiramente. Nunca te deste ao trabalho de o fazer. Nunca me tentas-te compreender ou ajudar, tentar perceber porque faço isto ou aquilo. Acusas-me de ser egocentrica e apenas pensar em mim. Vês as minhas atitudes como atentados a ti e a tua autoridade, mas eu apenas quero viver a minha maneira.
Escrevi muitas vezes para ti, mas sem nunca te o mostrar, pensei bastantes vezes em fazê-lo, mas sempre cheguei a conclusão de que não valeria de nada. Como sempre tiveste a mania de te intrometeres no meu espaço uma vez acabaste por achar um dos textos, talvez o maior não apenas em número de palavras, mas em verdades por dizer. Sim mandaste-me uma mensagem, porque nunca tiveste coragem de falar de sentimentos cara-a-cara, mas tal como eu previ não adiantou de nada, acabaste por não compreender os teus erros e tudo continuo igual.
Amor como o que nutro por ti, não sinto por mais ninguém, mas tu não vês isso. Culpas-me de metade dos teus problemas, mas não fazes ideia do que faço para evitar que saibas de outra metade que nem têm nada haver comigo.
Abre os olhos e pensa no que dizes e fazes. Sempre odiei que me comparecem e dissessem que não sou capaz disto ou daquilo, mas insisto em fazê-lo dia após dia.
A muito tempo de que cheguei a conclusão de que não me conheces, não inteiramente. Nunca te deste ao trabalho de o fazer. Nunca me tentas-te compreender ou ajudar, tentar perceber porque faço isto ou aquilo. Acusas-me de ser egocentrica e apenas pensar em mim. Vês as minhas atitudes como atentados a ti e a tua autoridade, mas eu apenas quero viver a minha maneira.
Escrevi muitas vezes para ti, mas sem nunca te o mostrar, pensei bastantes vezes em fazê-lo, mas sempre cheguei a conclusão de que não valeria de nada. Como sempre tiveste a mania de te intrometeres no meu espaço uma vez acabaste por achar um dos textos, talvez o maior não apenas em número de palavras, mas em verdades por dizer. Sim mandaste-me uma mensagem, porque nunca tiveste coragem de falar de sentimentos cara-a-cara, mas tal como eu previ não adiantou de nada, acabaste por não compreender os teus erros e tudo continuo igual.
Amor como o que nutro por ti, não sinto por mais ninguém, mas tu não vês isso. Culpas-me de metade dos teus problemas, mas não fazes ideia do que faço para evitar que saibas de outra metade que nem têm nada haver comigo.
Abre os olhos e pensa no que dizes e fazes. Sempre odiei que me comparecem e dissessem que não sou capaz disto ou daquilo, mas insisto em fazê-lo dia após dia.
Tatuei o teu nome não apenas no meu coração, mas também na minha pele e jamais me irei arrepender, mas tu vais-me destruindo cada vez mais a cada dia que passa. Nunca as palavras de ninguém me conseguem afectar tanto, mas também nunca me soubeste abraçar, nem fazer qualquer demonstração de carinho.
Cai num inferno a menos de um ano a atrás, pensei em muita coisa, deixei de comer, de dormir, de escrever, de cantar, deixei de viver para apenas sobreviver. Acho que até tu sabes o que cheguei a pensar em fazer, mas sabes porque não o fiz? Por eles! Eles já não têm um pai, não quero trazeres-lhe ainda mais tristeza. E não penses que te o culpo por aquilo, porque não o faço
Ameaças de que sais por aquela porta e nunca mais voltas, não as faças! São ridículas, quando és incapaz de o fazer, não por minha causa, mas pelos meus irmãos. A porta qualquer dia será atravessada sem retorno, mas por mim. Não quero que te custe! Só quero que aprendas algo para não fazeres com eles o que fizeste comigo. Porque contigo eu já aprendi e quando puder chamar alguém de meu filho, jamais farei como tu fazes comigo.
Cai num inferno a menos de um ano a atrás, pensei em muita coisa, deixei de comer, de dormir, de escrever, de cantar, deixei de viver para apenas sobreviver. Acho que até tu sabes o que cheguei a pensar em fazer, mas sabes porque não o fiz? Por eles! Eles já não têm um pai, não quero trazeres-lhe ainda mais tristeza. E não penses que te o culpo por aquilo, porque não o faço
Ameaças de que sais por aquela porta e nunca mais voltas, não as faças! São ridículas, quando és incapaz de o fazer, não por minha causa, mas pelos meus irmãos. A porta qualquer dia será atravessada sem retorno, mas por mim. Não quero que te custe! Só quero que aprendas algo para não fazeres com eles o que fizeste comigo. Porque contigo eu já aprendi e quando puder chamar alguém de meu filho, jamais farei como tu fazes comigo.
Desculpa por tudo, mãe!

3 comentários:
bem não te posso dizer muito. O teu texto é das coisas mais sentidas que eu já vi até agora.
Se precisares de algo, podes dizer .
beijinhos*
Oh, não tens que agradecer.digo-te o que costumo dizer, os nosso seguidores ficam sempre com um pouquinho de nós sempre que escrevemos qualquer coisa. Tu escreves, e sentes mesmo o que escreves. escreves com o coração e isso vê-se. Mesmo sem te conhecer, sei que já és uma força da natureza, tal como um dia me chamaram. Tu sentes coisas, e eu leio os teus textos e vejo-me em alguns deles. E quando te digo que se precisares podes passar no blog e dizer, é verdade. Por muito que seja dificl fazê-lo com pessoas que não conhecemos, ás vezes ajuda nem que seja um pouquinho, mais que não seja por estarem por fora da situação. :)
beijinho , vou continuar a ler tudo ;)
Ok, deixaste-me a chorar LOL
Eu perdi o meu pai à 6 anos e vivo com a minha mãe e o meu irmão... E eu e a minha mãe nunca fomos próximas... à 3 anos atras foi quando passei pior.. Passei exactamente aquilo que tu escreves-te...
Toda aquela arrogância da parte dela... Quando na verdade passo a vida a esconder-lhe coisas apenas para a proteger... Porque seria muito pior se ela me conhecesse. E isso que disses-te... Que a tua mãe não te conhece... Eu dizia isso a mim mesma todos os dias, e quando acabei de ler o teu texto é que me apercebi de que agora eu e a minha mãe estamos bem... Nunca fomos muito próximas nem nunca iremos ser mas estamos bem...Adorei mesmo aquilo que escreves-te ^^
E já agora x')
Resolvi abrir também um blog... Inspiraste-me x)
Depois se quiseres passa por lá ^^
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